Em 1582 foi criado o Tribunal da Relação do Porto, que começou por funcionar em casas privadas. Em 1603 foi ordenada a construção de edifício próprio, que ruiu em 1752. Entre 1765 e 1796 foi reconstruido por iniciativa de João de Almada e Melo, de acordo com o projeto do engenheiro Eugénio dos Santos e Carvalho. Serviu as funções de tribunal e cadeia até ao século XX (1960/1974). Actualmente, encontra-se lá instalado o Centro Português de Fotografia.
Nesta cadeia ficaram encarcerados os 12 mártires da liberdade, condenados à forca e decapitação pelo tribunal de D. Miguel.