
Em 1940 e já então designado como Museu Nacional de Soares dos Reis, passou a ocupar este palácio neoclássico, construído nos finais do séc. XVIII para habitação e fábrica da família Morais e Castro, que tinha por alcunha “os Carrancas”.
Aquando do Cerco do Porto (1832) serviu de residência e quartel-general a D. Pedro IV, mas apenas por 4 meses, pois a sua localização era um alvo fácil às baterias absolutistas que se encontravam na outra margem do rio, junto à Serra do Pilar.
Actualmente, o Museu está orientado para a valorização e divulgação das Artes Plásticas dos séculos XIX e XX, ligadas à Escola do Porto, bem como das Artes Decorativas de várias épocas e proveniências.
